11.20.2004

Ensaio sobre a saudade

Encontrei uma pen de 64 MB e fui ver o que tinha. Foi a que levei para Las Vegas em Fevereiro. E o que escrevi lá fez-me desabar no momento em que comecei a ler. Era uma mulher apaixonada que escrevia, e então tudo era perfeito. Isto está a doer mais que o previsto... hoje vou passar a noite em claro, a chorar tudo o que tenho para chorar, a sofrer o que tenho de sofrer porque as saudades dele queimam demasiado. Eu sei que acabou, que não há como voltar atrás, mas apenas hoje vou baixar as defesas e deixar-me chorar. Quero enrolar-me num cobertor quente e chorar porque ele desapareceu da minha vida, porque não o vou ter mais, porque o amo tanto tanto que parece que vou ficar louca.
Porque tinha isto de me acontecer? Porque é que as pessoas complicam tanto o que deveria ser simples? Porque é que ele havia de precisar de outras mulheres, com rabos mais perfeitos e mamas maiores, quando eu estava aqui o tempo todo, louca por ele? Eu pensava, em Las Vegas, que tinham terminado as minhas aventuras e que havia encontrado o amor. Afinal... Estúpida.

O texto é muito grande, vou pô-lo no EgoCentro. Assim que conseguir parar de soluçar, é claro.

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