1.10.2005

Até onde vai o firmamento

«Os fios da minha mente perdidos num espaço projectado além do presente. O amor quer-se absoluto e não mentido na ideia de infinito, intangível como se o plano fosse diferido da própria vida. Lá fora, a noite. As luzes inertes da cidade a comungar de um espírito cruelmente doce, californiano, o Inverno embrulhado pela madrugada. Ouço-me em S.Francisco pensar num futuro diferente. Um único momento guinou a minha vida. Tenho-a na mão à espera de acontecer. O que desejo eu neste momento de glória e insatisfação? Ultrapassar-me de uma vez por todas».

Meus amigos: chegou o momento.

Sem comentários: