Faz hoje precisamente um ano que a morte desceu aos meus olhos, sob a forma de uma queda solitária num relvado molhado de chuva e humidade. A morte de Mikki Fehér. Quem esteve comigo na altura sabe como foi difícil para mim esquecer toda a desesperança que se assomou com a sua morte... e como fui criticada por ter chorado, por ter ido ao estádio da luz (com letra pequena) ao jogo de homenagem, por me ter condoído com o desaparecimento de alguém que não conheci pessoalmente. Bolas, afectou-me. E neste primeiro e triste aniversário da sua morte, desejo muita paz à sua alma e àqueles que ele deixou a morrer em vida.
Neste 25 de Janeiro faz também um ano que eu conheci o Rui. É só isso mesmo: uma efeméride, uma nota, um post-it. Porque aquilo que eu sinto por ele agora é zero. Nem sequer amizade. Por mim, pode estar bem ou mal, perto ou longe, gordo ou magro, que é para o lado que eu durmo melhor. Destruiu tudo o que eu sentia, portanto resta uma recordação doce de momentos.
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