Dóis-me quando o despertador toca demasiado cedo, e é pouco o creme de cenoura para barrar. Dóis-me quando o sofá não tem cigarros. Dóis-me quando a música se eleva e não ouço a voz acompanhar. Dóis-me quanto os saltos me magoam sem proveito.
Mas principalmente, sem que eu veja cura possível.
Dóis-me quando as cortinas se cerram, quando a máscara cai - e eu já não tenho de fingir que sou quem digo que sou.
1 comentário:
A mim doi-me muito, quando chego à tasca e não há minis frescas ;)
É só para enviar um beijinho e dizer "Há quanto tempo"...
Hasta,
Ganso
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