Apetece-me escrever, nem sei bem sobre o quê. Passam-me milhares de ideias pela cabeça e eventualmente desvanecem-se, sem pisar o papel, porque não há tempo ou paciência. Vagueio em mim à hora de almoço, sem verbalizar o que sinto. Longe vão os tempos em que tudo era filtrado pela ponta da caneta. Tempos esses que estão perdidos nos anos noventa, quando a minha adolescência permitia as horas vagorosas ao sol. Já não leio tanto por prazer e quase tudo o que escrevo é trabalho.
Sinto, novamente, falta de mim.
Sem comentários:
Enviar um comentário