Muito trabalho na cabeça e o tempo cada vez mais escasso, não tenho minutos suficientes para abrir a porta do Paraíso. A tecnologia é a minha única ponte para essa ilha de prazer; e no entanto a sua promessa torna-me doce nas horas mais difíceis. Por enquanto ainda há sol e uma réstia de calor, nem tudo será Outono, nem tudo será depressão por estes dias finais de Setembro.
Remar, remar, forçar a corrente. Espero por noites revividas. Espero por cabelos loiros, peles macias, odores a canela e coco. A vida lá fora nunca me dominou.
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