Não é ausência de vontade, é a esperança de que as coisas mudem. Eu quero fazer e quero voltar a ser, mas para isso preciso de me recuperar completamente. Curioso como as coisas que me chateiam e deprimem profundamente não parecem ter início nem fim. Meu corpo viraria Sol, minha mente viraria Sol. Ou seja, eu já não sei onde está a ponta do rastilho; nada parece ser a causa, tudo são efeitos uns dos outros numa espiral descendente que me alucina e me faz bater com os punhos nas paredes. Mas só chove, chove CHOVE CHOVE.
Tenho de ser eu, tenho de voltar a ser eu.
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