August girl. Tenho o sangue a fugir para trás enquanto a outra voz de mim repete que tudo é bom e tudo é belo. Sento-me sem vontade de articular uma palavra, como se tivesse gasto já todas as frases bonitas do mundo. Estou em paz, e era isso que queria. Portanto, não tenho nada para dizer ao mundo. Pior que isso, o mundo aborrece-me vigorosamente. Chego à minha sala e descubro que sou a única pessoa interessante. A respirar e a cheirar a morangos. A existir sabendo coisas que não inquietam as almas contentes. Ocorre-me que não sei viver de outra maneira: livre. Sei o que me limita. Hence my freedom.
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1 comentário:
A doce inspiração ferroviária.
Não era isto que tinhas que escrever...
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