É como ser condenado a um dia de reclusão. Assim uma espécie de castigo, em que o resto do mundo se junta nos centros comerciais para nos lembrar, com a sua pachorrenta atitude, que eles estão de folga e nós não. Vou ao ginásio à hora de almoço, faço telefonemas que ninguém atende porque as empresas estão vazias e busco desesperadamente notícias para agregar no site, agora que sou uma
jornalista multimédia multifacetada e multidisciplinar. A primeira geração desta
raça, dizem.
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