Atiro as sandálias para cima do tapete. Sinto-me cheia. A noite das bruxas trouxe-me para mais perto dos centros de gravidade que tanto admiro. Palmilho os rostos, descubro olhos pousados em mim: há pessoas incrédulas com o que consegui. Há quem não acredite que subi tão depressa. Há quem remoa o virar do tabuleiro.
E na verdade, eu sonho comigo em tempos passados.
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