9.28.2005

Domani no lo so

O tempo galopa e aperta-me pelo pescoço, sinto-me presa à ditadura do meu próprio perfeccionismo. Ter de me pôr a mim primeiro de tudo por vezes é um egoísmo da mente face aos desejos do coração. No se que me pasa, pero es que hay algo que me falta. O esforço físico é a grande obsessão deste início de Outono, preciso de transpirar e sentir dores nos músculos quando me sento e quando respiro. Preciso de sentir que não vivo quieta neste invólucro sofrível e cheio de incongruências, que eu defendo mas detesto, que me abre portas e fecha segredos.
Acima de qualquer coisa, necessito de ser Mulher, com beijos, suores, pernas e joelhos suplicantes.

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